Posts Tagged ‘Ana Carolina’

O que é,o que é? - Ana Carolina

Friday, August 1st, 2008

Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita, e é bonita
Viver e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar

A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita, e é bonita

E a vida
E a vida o que e diga lá meu irmão
Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão

E a vida
Ela é maravilhosa ou é sofrimento
Ela é alegria ou lamento
O que é o que é, meu irmão

Há quem fale que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo

Há quem fale que a vida é um divino
Mistério profundo
Que é o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor

Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que a melhor é morrer
Pois amada não é

E o verbo é sofrer
Eu só sei que confio na moça
Na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida

Como der ou puder ou quiser
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte

Só saúde e sorte
E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza da resposta das crianças

É a vida, é bonita, e é bonita
Viver e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz

Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita, e é bonita

Da Laia Do Lama - Ana Carolina

Friday, August 1st, 2008

Eu sou da laia, da laia, do lama, da laia
Da lama, do lado de cá
Mas tô muito afim dessa dama eu quero o nirvana agora, já

Depois que deus fez a terra
Esculpiu no barro os ossos de adão
Retirou a parte mais bela
E fazendo a mulher inventou a paixão
Ao criar essa tal divisão
Fez o homem mover a engrenagem da história
Pra curar sua solidão e salvar sua helena de tróia

Mas se o homem é de barro
Cuidado com o andor, esse santo não pode quebrar
Já diria o provérbio de raro valor
Quem tem pressa vai devagar

Eu sou da laia, da laia, do lama
Da laia, da lama, do lado de cá
Mas tô muito afim dessa dama
Eu quero o nirvana agora, já

Fui descer ao porão da matéria
Beliscar alimento pagão
Revolver a humana miséria
Religar minha religião
Com os pés enterrados na lama
Busquei claridade na escuridãão
Fiz o meu coração em pedaços
Colei os meus cacos e me sinto são

Pois se o homem é de barro
Cuidado com o andor esse santo não pode quebrar
Já diria o provérbio de raro valor
Quem tem pressa vai devagar
Eu sou da laia…

Palpite - Ana Carolina

Friday, August 1st, 2008

To com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
De te arrancar suspiros
Fazer amor.
To com saudade de você
Na varanda em noite quente
E do arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo

Eu sinto a falta de você
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

To com saudade de você,
Do nosso banho de chuva,
Do calor na minha pele
Da língua tua.
To com saudade de você
Censurando o meu vestido,
As juras de amor ao pé do ouvido,
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo.

Eu sinto a falta de você,
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

Eu sinto a falta de você,
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite

Minha Solenimente Vida - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Minha vida começou quando nasci
Da minha mãe
E encontrei muitos amigos
E também um grande amor

Minha solenimente vida
Tento esquecer um grande amor
E como eu e meu coração diz :
Não importa a bela fisica e sim a interior

Fico aos berros tentando desabafar
Mas tampam a minha boca como se não prestasse
O que eu dizia

Eu fico no escuro , tentando conversar
Me chamam de maluca
Mas as pessoas que dizem isso
Não entendem o que é sofrer por amor

Quero Mais - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Quero mais
Uma fatalidade um jazz.
Um raio me cortando, um gás
Me embriagando faz
Um terremoto em mim
Da guerra quero sim
Só aprender a paz

Para que eu não enlouqueça
Me rouba a razão
Para que eu não adoeça
Me mata de paixão
O amor é ódio, coração
Quero insana mais uma ilusão

Quero sim
Me travestir de querubim
Me enxovalhar num botequim
Numa alegria enfim
Me abandonar em mim
Delírio sem ter fim
Eterno tanto faz
Para que eu não enlouqueça
Me rouba a razão
Para que eu não adoeça
Me mata de paixão
O amor é ópio coração
Quero insana, mais uma ilusão.

Chama - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Fala estou pronta pra te ouvir então chama
E se o mundo permitir a gente ama
Ta ardendo essa paixão por dentro grita
Deixe o céu se abrir nesse momento
Chora põe pra fora essa vontade linda agora
Como se existisse amor ainda glória
O caminho pode dar na mesma chama
E o destino de quem ama

Se eu soubesse que o amor te envaidece
Não teria dado a chance que eu te dei
Esse medo isso é comum a gente esquece
Mas não tenha tanto orgulho assim
Você pode ser melhor pra mim eu sei
Quero ver seu lado mais adulto

Fala estou pronta pra te ouvir então chama
E se o mundo permitir a gente ama
Ta ardendo essa paixão por dentro grita
Deixe o céu se abrir nesse momento
Chora põe pra fora essa vontade linda agora
Como se existisse amor ainda glória
O caminho pode dar na mesma chama
E o destino de quem ama

Se eu soubesse que o amor te envaidece
Não teria dado a chance que eu te dei
Esse medo isso é comum a gente esquece
Mas não tenha tanto orgulho assim
Você pode ser melhor pra mim eu sei
Quero ver seu lado mais adulto

Fala estou pronta pra te ouvir então chama
E se o mundo permitir a gente ama
Ta ardendo essa paixão por dentro grita

Deixe o céu se abrir nesse momento
Chora põe pra fora essa vontade linda agora
Como se existisse amor ainda glória
O caminho pode dar na mesma chama
E o destino de quem ama

Mama Palavra - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Se disparada pelo amor
Palavra-bala
Na boca do ditador
Toda palavra cala
Ô, mama
Cala palavra
Ô, mama, ô, mama
Mama palavra

Quando não se quer ouvir
Palavra-mala
Quando não se faz sentir
Pobre palavra rala
Ô, mama
Rala palavra
Ô, mama, ô, mama

Mama palavra
Em volta da mesa do bar
Palavra-porre
Se o tédio me assaltar
Palavra me socorre
Ô, mama
Cada palavra
Ô, mama, ô, mama
Mama palavra

Se gritar pega ladrão
Palavra corre
Quando não se tem tesão
Toda palavra morre
Ô, mama
Morre a palavra
Ô, mama, ô, mama
Mama palavra

Mãe de todos nós
Dos sem mãe
Dos sem voz

Na fala do policial
Palavra-malha
No Distrito Federal
Toda palavra encalha
Toda palavra encalha

Aquela que não funcionar
Palavra-falha
Aquela que não se juntar
Vira palavra-tralha
Tralha

Quando tudo fala igual
Palavra-palha
Pra tudo que é marginal
Palavra que batalha
Palavra que batalha

Aquela que não funcionar
Palavra-falha
Aquela que não se juntar
Vira palavra-tralha
Tralha

1.100,00 Nega Marrenta - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Tô saindo com uma nega, ela é marrenta e brava
Mora no alto do morro e o barraco dorme sem trava
Se ela quer ir pro samba, ela mesmo se enfeita
E vai subindo a ladeira, requebrando: o comentário é geral
Sabe que essa nega valente andava na minha cola?
Chamava, queria, ligava e eu nem dava bola
Hoje ela não entra em fila e nem dá mole à toa,
Mudou de vida, se deu bem no trabalho, a nega é sensacional!!

Ô nega
Anda mexendo com meu coração
Quando ela chega, já vai mudando a situação
Ela me esquenta, ela é marrenta

Ô nega
Anda mexendo com meu coração
Quando ela chega, já vai mudando a situação
Ela me esquenta, ela é marrenta

E depois do trampo, a nega não se rende ao cansaço
Se tem sinistro lá na esquina, ela modera o passo

Para descolar uma grana, não agulha ninguém
É livre, inteligente, e o seu salário é 1.100,00

Ô nega
Vai me emprestando um pra eu me virar
Ô nega
O bicho pega, vamos se juntar
E ela nega,
Ela é marrenta

Anos Dourados - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Parece que dizes
Te amo, Maria
Na fotografia
Estamos felizes
Te ligo afobada
E deixo confissões
No gravador
Vai ser engraçado
Se tens um novo amor
Me vejo a teu lado
Te amo?
Não lembro
Parece dezembro
De um ano dourado
Parece bolero
Te quero, te quero
Dizer que não quero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais

Não sei se eu ainda
Te esqueço de fato
No nosso retrato
Pareço tão linda
Te ligo ofegante
E digo confusões no gravador
E desconcertante
Rever o grande amor
Meus olhos molhados
Insanos, dezembros
Mas quando me lembro
São anos dourados
Ainda te quero
Bolero, nossos versos são banais
Mas como eu espero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais

Mi Historia Entre Tus Dedos - Ana Carolina

Thursday, July 31st, 2008

Yo pienso que, no son tan inútiles, las noches que te dí
Te marchas y que, yo no intento discutirtelo, lo sabes y lo sé.

Al menos quédate solo esta noche
Prometo no tocarte estás segura
Tal vez es que me voy sintiendo solo,
Porque conozco esa sonrisa, tan definitiva
Tu sonrisa que a mi mismo
Me abrió tu paraiso.

Se dice que, con cada hombre, hay una como tú, pero mi sitio
(luego)
Lo ocuparás con alguno, igual que yo, mejor, lo dudo

Por qué esta vez agachas la mirada
Me pides que sigamos siendo amigos amigos
Para que maldita sea
A un amigo lo perdono, pero a tí te amo
Pueden parecer vanales, mis institntos naturales

Hay una cosa que yo no te dicho aún
Que mis problemas sabes que se llaman tú
Solo por eso tu me vez hacerme el duro
Para sentirme un poquito más seguro

Y si no quieres ni decir en que he fallado
Recuerda que también a tí te he perdonado
En cambio tú dices lo siento no te quiero
Y te me vas con esta historia entre tus dedos

Que vas a hacer, busca una excusa y luego márchate
Porque de mí, no debieras preocuparte, no debes provocarme

Que yo te escribiré un par de canciones
Tratando de ocultar mis emociones
Pensando, pero poco en las palabras
Y hablaré de la sonrisa, tan definitiva
Tu sonrisa que a mi mismo
Me abrió tu paraiso

Hay una cosa que ….